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Como libertar-se das
Religiões,
Crenças e
Superstições.
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.SER VOCÊ MESMO
.LIBERTAÇÃO INTERIOR
.AUTENTICIDADE
.AUTOCONFIANÇA
.AUTOESTIMA
.AUTODETERMINAÇÃO
.MESTRE DE SI MESMO
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Assim como existe a liberdade religiosa, existe também o direito do indivíduo de questionar a religião e enxergar algo melhor para a vida dele.
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Aparentemente a religião ajuda no desenvolvimento da pessoa, apresentando princípios de moral e costumes.
Na realidade a religião com suas fórmulas prontas e disfarçadas de “divinas”, inibe o que há de melhor na pessoa, a capacidade de:
- Confiar em si mesma.
- Gostar de si mesma.
- Pensar por si própria.
- Questionar para evoluir.
- Ser mestre do próprio desenvolvimento.
A falta de confiança em si próprio e a pouca capacidade de questionar, produz um resultado devastador na mente e personalidade do indivíduo. Veja alguns dos efeitos prejudiciais:
- Pouca iniciativa. Passivo o indivíduo espera que alguém faça algo por ele: santos, deuses, gurus, padres, pastores, profetas, governo ou patrão. A pessoa não produz o que poderia.
- Fé no destino determinado por “Deus”. A pessoa tem falta de coragem ou vontade própria. Pouco pode ser mudado porque “não se pode ir contra a vontade de Deus”.
- Medo de questionar ou criticar. Dominado pelas normas das “autoridades” religiosas, o indivíduo acredita que pode ser punido por Deus neste ou em outro mundo.
- Bloqueios de aprendizagem: a pessoa fecha-se para conhecimentos importantes que a religião dela não permite aprender.
- Bloqueios de afetividade: os sentimentos ficam restringidos porque a pessoa não pode sentir aquilo que a religião proíbe.
- Bloqueios de comunicação: o indivíduo não tem uma comunicação aberta, é pouco assertivo, teme falar, questionar.
- Raciocínio limitado. A pessoa não consegue pensar e enxergar longe.
- Percepção distorcida. Ela vê apenas aquilo que a religião diz para ela ver.
- Preconceitos. As coisas só são boas se baseadas nos princípios da religião.
- Arrogância. O religioso se vê acima dos não religiosos.
- Radicalismo. As pessoas ao redor do religioso têm que pensar como ele. Os religiosos procuram doutrinar, impor seus dogmas, suas verdades, que não podem ser questionadas.
- Falsidade. Muitos religiosos fazem cara de bonzinho, são moralistas ou tem fala mansa, mas não conseguem esconder comportamentos que não condizem com o que pregam. Exemplo: pedofilia (caso dos padres), radicalismo, corrupção, exploração da fé (caso das religiões evangélicas), arrogância e fuga do debate inteligente.
Você já deve ter conhecido pessoas antes e depois de se converterem para uma religião. Depois da conversão elas ficam bitoladas, chatas, anti-sociais ou esquisitas.
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Quando dominada pela religião, seitas, crenças e superstições a pessoa não desenvolve toda a inteligência. Ela fica dependente de gurus que pensam por ela. Os gurus podem ser padres, pastores, sacerdotes, profetas e ministros da igreja.
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Uma pessoa limitada na inteligência rende menos no trabalho, nos estudos e nos projetos pessoais. Uma pessoa limitada acaba limitando as pessoas ao redor dela.
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Por criar e impor regras, dogmas e princípios de conduta e de pensamento e dizer que são “de Deus”, a religião faz o indivíduo perder a capacidade e o DIREITO fundamental de questionar, porque ele não duvidará de algo que é “divino”. Quem irá contra Deus?
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Desta maneira há milhares de anos as religiões dominam os povos. Religiosos radicais governam no Irã. Em outros países a religião procura dominar sutilmente, invadindo os meios de comunicação, como ocorre no Brasil.
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Cada vez mais vemos na televisão e nas rádios religiosos apresentando “a palavra de Deus” e “milagres divinos”. O objetivo é formar batalhões de indivíduos dominados por crenças criadas por outros homens.
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Os líderes religiosos enriquecem as custas da exploração da fé. Fé em afirmações humanas batizadas de “divinas”.
O pior é quando políticos se tornam religiosos ou estes se tornam aqueles. Temos pastores deputados, senadores, padres presidentes (ex.: Paraguai). Aos poucos estamos sendo dominados por ideologias religiosas e o apelo é sempre o mesmo: “é a palavra de Deus”. Oficializou-se, legalizou-se, o direito de explorar a fé.
Há milhares de anos a religião tem afastado o homem de si mesmo, do seu potencial interior, desviando a sua atenção para crenças absurdas rotuladas de "sagradas", inventadas por pessoas que desejam o poder e a riqueza.
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A audeterminação (o EU POSSO; que vem de dentro), existente no indivíduo sadio, é substituída pelo determinismo religioso, que vem de fora e diz o que ele deve fazer. Cada vez mais vemos as religiões avançando sobre o indivíduo.
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No curso Gigante Interior – Sim, você pode, você aprenderá a:
- Respeitar a liberdade religiosa, mas não permitir que pessoas imponham normas de conduta rotuladas de “divinas” e explorar comercialmente a fé.
- Perder o medo de contrariar as afirmações supostamente divinas.
- Questionar as afirmações das pessoas que se dizem “inspiradas por Deus”.
- Identificar a verdade escondida por detrás das religiões, seitas e filosofias místicas.
- Descobrir como religiosos usam de sutilezas para dominar a nossa mente.
- Raciocinar e rebater com inteligência os argumentos dos religiosos e das “autoridades”.
- Confiar em si mesmo e não nas afirmações dos outros.
- Libertar-se de crenças, crendices, ocultismo e superstições religiosas.
- Ser senhor do próprio destino, tornar-se o seu próprio guru ou mestre.
- Deixar de ser passivo, sair da zona de conforto e desenvolver a inteligência.
- Descobrir formas alternativas de pensar e romper com as tradições religiosas.
- Explorar o potenciar interior bloqueado e manter a saúde mental.
- Não permitir que nenhuma pessoa ou livro “sagrado” dite regras para a sua vida.
Clique no link e veja vídeo www.youtube.com/watch para entender um pouco do que religiosos são capazes de fazer, seja qual for a religião.
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Clique no link e veja vídeo www.youtube.com/watch sobre a exploração comercial da fé.
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Para saber mais sobre como se libertar da exploração emocional e comercial das religiões clique aqui Libertar-se e viver
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Quem é que apresenta as aulas?
É o professor e psicoterapeuta Flávio Pereira.
Experiência de quase trinta anos, atendendo jovens e pessoas maduras. Saiba mais sobre Flávio Pereira.
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Flávio Pereira, 51 anos.
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Atualizado: 2 de abril de 2010.
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